terça-feira, 22 de junho de 2010

Você conhece o Marketing?


O marketing definitivamente está na moda, em toda esquina tem alguém falando sobre “marketing”.
Porém muitos não compreendem a verdadeira importância e a responsabilidade do marketing em uma organização. Para muitos marketing é fazer um chaveiro com o nome da empresa, canetas com sua logomarca e distribuir como brinde a seus clientes, mas estas coisas são insignificantes perto da sua verdadeira importância.
O marketing constrói relacionamentos. A partir dele entendem-se forças, necessidades, desejos e comportamentos do mercado, entrever oportunidades de negócios. O marketing estreita relacionamentos e aperfeiçoa processos, tendo como foco principal o cliente. Ao marketing compete trabalhar estrategicamente para o crescimento da organização, conquista de mercado, atrair novos clientes e conseguir fidelização. O marketing tem a responsabilidade de conhecer e definir seu publico alvo, o mercado de atuação e identificar fraquezas e oportunidades.
Marketing funciona pelos estudos, conhecimentos, pesquisas e analises. Só assim é possível elaborar um plano de marketing, não basta “achar” que algo vai dar certo, é necessário considerar todos os fundamentos de marketing para obter sucesso.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Criação a partir das diferenças e a prática Encorajador de emoções


A criação a partir das diferenças exige uma permanente atenção sobre potenciais individuais, pontos de vista, lacunas de estilos e habilidades, diversidade de formação e vivência.

Deve-se procurar determinar como aproveitar a sinergia a partir de habilidades, conhecimentos e pontos fortes individuais que se complementem.

Esta complementação envolve a mútua valorização das diferenças e aprendizagem conjunta, incluindo indivíduos que não fazem parte da equipe e podem contribuir com seus diferentes pontos de vista.
Podemos encorajar as pessoas de diversas maneiras, como:
Chamando os liderados pelo nome;
Sendo mais acessível a eles;
Mostrando a eles que nós também somos humanos e temos limitações;
Reconhecendo o esforço despendido para a realização de uma tarefa;
Oferecendo espaço para manifestações e contribuições dos liderados;
Sendo justo e não fazer acepção de pessoas;
Encorajando direto com palavras positivas de ânimo;
Sendo grato a quem participa das conquistas;
Uma vez que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer e parabenizar são as melhor maneiras de deixar todos motivados.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

PROPOSTA PARA DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E PESSOAL.



Por Clayton Marcos

Para conseguir desenvolver-se profissionalmente e pessoalmente é preciso considerar três fatores básicos:

AUTOCONHECIMENTO, GARRA e ESTRATÉGIA.
Autoconhecimento para ter noção das próprias potencialidades, do que é preciso melhorar e de onde se quer chegar, estratégia para atingir os objetivos e garra para persegui-los.
Para desenvolver um plano de ação devem-se conhecer os pontos fortes para usá-los como diferenciais, dando ênfase e aperfeiçoando se necessário, e conhecer os pontos fracos para minimizá-los e desenvolver habilidades suficientes para que tais pontos deixem de ser deficientes e passem a ser também diferenciais.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

COTISTAS DO FUTEBOL DA GLOBO RENOVAM PARA 2010




Ambev, com a cerveja Skol; Casas Bahia; Itaú; Vivo e Volkswagen exerceram suas preferências de renovação no pacote Futebol Global da TV Globo para 2010. Com o preço de tabela em R$ 116 milhões, na primeira deflação da história deste pacote desde sua criação em 1991, os cotistas terão direito a 1.728 inserções ao longo do próximo. A Coca-Cola, por sua vez, se manteve na cota do Top de 5 segundos, cujo preço de tabela ficou em R$ 36 milhões. A redução do valor ocorre pelo fato de o calendário do próximo ano ter menos datas de transmissões para jogos entre clubes em virtude da paralisação no meio do ano por conta da Copa do Mundo na África do Sul, marcada entre os dias 11 de junho e 11 de julho.

Os cotistas do Futebol Global também terão preferência na aquisição das cotas do pacote Copa 2010 cujo preço de tabela é R$ 81,8 milhões, com direito a 948 inserções entre janeiro a julho do próximo ano. A Coca-Cola, única a exercer a preferência como patrocinadora global da Fifa, já confirmou uma delas assim como o Itaú, que recentemente adquiriu a primeira cota de patrocinador local da Copa de 2014. Mais quatro cotas estão em negociação, mas fontes de M&MOnline apontam que Ambev e Vivo estão próximos de chegar a um acerto. O interesse destas marcas se explica pelos contratos de patrocínio que ambas têm com a Confederação de Futebol Brasileira (CBF), assim como o banco Itaú.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

BRASIL CRESCE EM SERVIÇOS DE MARKETING ONLINE O Estado de SP



Os números globais no universo online são "chineses" pela dimensão. Pesquisas apontam a existência de pelo menos 225 milhões de sites no mundo. Por eles navegam mais de 1,5 bilhão de pessoas. E todas as companhias do planeta estão atrás dessa audiência. Os investimentos mundiais em publicidade online devem chegar a US$ 100 bilhões no próximo ano, e as previsões são de que, já em 2012, o meio digital ultrapasse a televisão em aplicação de verbas de anúncios nos EUA, o maior mercado publicitário do mundo.

Esse cenário fez prosperarem as empresas dedicadas a serviços especializados em monitorar resultados de ações de marketing desenvolvidas para a internet. E o Brasil começa a se tornar uma boa alternativa para esse segmento de mercado. Um dos grandes conglomerados de comunicação global, o francês Havas, por meio de seu braço de serviços online, a agência Media Contacts, montou no País um de seus centros de excelência em coleta e análise de dados da internet.

Por causa do sucesso com clientes globais, como a montadora Peugeot, a operadora de telefonia Vodafone e a companhia área Air France, a Media Contacts já até exporta profissionais para atuar em centros similares em outros países, como Espanha e Austrália. "Nos destacamos pela criatividade", diz Luciana Iodice, diretora de Estratégia e Marketing da agência. "Vamos além da simples apresentação de balanços de resultados que contabilizam o número de acessos. Sugerimos ações para potencializar resultados a partir do que avaliamos, e isso encanta os clientes."

O Brasil rouba mercado da Índia, país que, aproveitando sua vasta experiência em prestar serviços de call centers para vários países , tornou-se eficiente na geração dos relatórios sobre o volume de informações produzidos no processo de navegação. O próprio Havas, por exemplo, tem entre seus clientes uma empresa de viagem da Inglaterra que demanda a utilização de mais de 450 mil palavras-chave a serem monitoradas

"Por isso mesmo, até o Havas usa a sua base na Índia para produzir parte desse serviço, porque lá os custos são mais baixos", reconhece Luciana. "Mas nós desenvolvemos programas, como o que otimiza os resultados em serviços de busca, fazendo com que os clientes apareçam entre as primeiras citações nos sites de busca, sem pagarem por isso. Isso valoriza a exportação de nossos serviços." Atualmente, a agência atende, a partir do Brasil, clientes da Europa, Ásia, América do Norte e América Latina, sendo que alguns deles atuam em mais de 11 países, aplicando estratégias criadas no País.

Com o avanço da presença da internet na vida dos consumidores, os gigantes da propaganda mundial - os grupos WPP, Omnicom, Publicis e Interpublic, além do próprio Havas - apostam em inúmeros serviços e softwares que se propõem a medir os efeitos dos anúncios e das ações realizadas na internet. Cada um oferece análise de dados com metodologias próprias. Há muito dúvida sobre a eficiência das métricas para internet entre os anunciantes. Mas há também uma certeza: o universo online veio para ficar.

"O centro de excelência que hoje temos no Brasil, ainda sem similar na concorrência, nasceu quase acidentalmente em 2002, quando começamos a investir na criação de sites corporativos. Montamos uma estrutura e, como ela não decolou no ritmo em que esperávamos, começamos a desenvolver outros trabalhos para potencializar os resultados, já que tínhamos um equipe bem estruturada", conta o diretor-geral do Havas, Ricardo Reis.

A importância do País nos negócios do companhia vem crescendo de tal forma que o presidente mundial do grupo, o espanhol Fernando Rodés, estará por aqui de novo na próxima semana. É a terceira visita em menos de um ano.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O QUE ATRAI OS CLIENTES DE LUXO



Isto É Dinheiro
25/01/2009
REF: Mercado Luxo - Pesquisa de Marketing - Marketing de Serviços


Pesquisa feita pelo Instituto Ipsos e pela consultoria Luxury Marketing Council mapeia as preferências do consumidor brasileiro por PRISCILLA PORTUGAL

JÁ SE PODE DIZER QUE O mercado do luxo caminha a passos largos no Brasil, mas ainda sabe-se muito pouco das preferências do consumidor desse segmento. Sabia-se. Na próxima quinta-feira 29, o Instituto Ipsos e a Luxury Marketing Council (LMC), consultoria americana de marketing e tendências com presença no Brasil, apresentarão a pesquisa Perfil do Consumidor de Luxo no Brasil. "Em 2007, nos reunimos com alguns associados e perguntamos o que eles conheciam sobre o consumidor de luxo brasileiro. Diante do silêncio, tivemos a ideia da pesquisa", lembra Vera Lopes, diretora do LMC. Ela foi aplicada em duas etapas e DINHEIRO teve acesso aos dados com exclusividade. Na primeira fase, 800 pessoas de 18 a 70 anos, selecionadas pela LMC, responderam a perguntas na internet. Dali saíram os resultados quantitativos, como o que mostra que 77% dos entrevistados enxergam o luxo como uma recompensa pessoal, 88% compram produtos premium por sua qualidade superior e 74% porque querem uma experiência inesquecível.
A segunda etapa, denominada qualitativa, foi mais profunda. "Fizemos reuniões com os consumidores, falamos com estudiosos e analisamos livros, sites e revistas especializadas", conta Karin Cavalcanti, diretora de contas do Instituto Ipsos. A pesquisa mostrou que o luxo está se distanciando da ostentação. "Ele ficou mais íntimo. As pessoas querem algo que proporcione prazer mesmo que ninguém veja", conclui. Mais: "Esse consumidor busca uma história, uma tradição. Ele quer saber se quem desenvolveu o produto é especializado naquilo e quanto tempo demorou a ficar pronto", diz Vera Lopes, da LMC. Mas, afinal, para que servem esses dados? "O estudo é importante, pois é fundamental conhecer os hábitos do consumidor, os lugares que ele frequenta. Enfim, entrar no mundo dele para conquistá- lo", conclui Bianca Enoliel, gerente de produtos de luxo da Diageo, companhia proprietária de marcas como Johnnie Walker e Ciroc.

Empresas Comunicação - Mercado competitivo



RECORD BATE GLOBO E COMPRA PAN DE 2015
Veja
18/01/2009
REF: Empresas Comunicação - Mercado Competitivo
Na quinta-feira passada, ocorreu mais um embate feroz entre a Globo e a Record na Cidade do México. A vencedora foi a emissora do bispo Edir Macedo. Por cerca de 20 milhões de dólares, a Record comprou os direitos de transmissão para o Brasil e para o mundo dos Jogos Pan-Americanos de 2015, cuja cidade-sede ainda não foi definida. Adquiriu os direitos não só para a televisão, mas para todas as mídias. É a quarta vez consecutiva que a Record bate a Globo numa disputa olímpica: venceu também a briga para transmitir os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, o Pan de 2011 e a Olimpíada de Londres, em 2012.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Marketing esportivo


Marketing esportivo
O Marketing Esportivo refere-se à aplicação específica dos princípios e processos do marketing a produtos de sport (times, ligas, eventos, etc.) e aos produtos não esportivos mas que tem associação com o esporte (cigarros, bebidas, serviços de telefone de longa distância, etc.).
É uma nova área de marketing que atua dentro da indústria do esporte, movimentando bilhões em todo o mundo.
Nos Estados Unidos, o esporte é um ramo de negócios que fatura cerca de US$ 152 bilhões de dólares e é o 11º no ranking dos maiores empreendimentos econômicos norte-americanos segundo Meek (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005). O crescimento significativo obtido pelo segmento esportivo pode ser notado ao se comparar estes números com os de 1987. Neste ano, o esporte estava classificado como o 23º negócio do País, com US$ 50,2 bilhões em atividade econômica, de acordo com Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005).
O esporte é um substantivo que inclui todas as atividades que se enquadram num critério de participação ativa. É diferente do termo “atividade esportiva”, que implica um conjunto de atividades físicas. Assim, o segmento esportivo abrange uma vasta gama de empreendimentos comerciais relacionados a atividades esportivas específicas. Pitts, Fielding e Miller (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) dividiram o segmento esportivo em três: O segmento de Performance Esportiva, Produção Esportiva e Promoção Esportiva. O primeiro inclui todos os elementos relacionados a assistir a eventos esportivos ou deles participar (atividades esportivas profissionais ou amadoras), educação esportiva, organizações associativas esportivas e programas esportivos não lucrativos (por exemplo, esportes municipais).
O segmento de Produção Esportiva inclui aqueles produtos necessários para a realização de performance esportiva. Alguns dos elementos que compõem esse segmento são equipamentos e trajes esportivos, bem como serviços que otimizam a performance (treinadores, médicos, terapia esportiva, administração esportiva). O último segmento contém produtos e serviços relacionados à promoção do esporte. A mídia esportiva, o merchandising, os patrocínios e o suporte financeiro a atletas, todos são exemplos de atividades econômicas vinculadas à categoria de Promoção Esportiva.
Para definir o marketing esportivo, cita-se a definição de Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) como o processo de projetar e implementar atividades para a produção, fixação de preços, promoção e distribuição de um produto esportivo, a fim de satisfazer às necessidades ou aos desejos dos consumidores e de alcançar os objetivos da empresa. Sendo assim, o foco do marketing esportivo recai tanto na empresa como nos consumidores. Stotlar e Dualib (2005) afirmam que se deve dar prioridade a satisfazer às necessidades do consumidor. Em última análise, isso deve ser incluído como um objetivo da empresa.

domingo, 9 de novembro de 2008

Feedback




Por Clayton Marcos

A palavra feedback não tem tradução direta para o português, o que não faz do termo algo complexo, porém para usá-lo com eficiência é necessário uma boa compreensão sobre o assunto.
Toda vez que você pratica uma ação e recebe algum tipo de retorno está recebendo um feedback . O termo representa tudo aquilo que retorna a partir de uma ação, seja de forma positiva ou negativa, o feedback pode tanto agregar valor como também ser algo que não acrescente nada, isto irá depender da capacidade de compreensão sobre o termo.
A partir do momento que as pessoas começam a compreender o assunto podemos trabalhar feedback como a capacidade de dar e receber opiniões, o individuo analisando uma situação saberá expor criticas e sugestões.
Na maioria das vezes criticamos com maior facilidade, porém feedback é mais do que isto, se realmente desejamos algo é preciso fazê-lo corretamente. Também é preciso saber que na maioria das vezes mais importante do que dar é preciso saber receber feedback. Recebemos feedback de nossas ações a todo momento em nossas vidas, porém nem todos tem capacidade de compreender e utilizar de forma positiva.
Nenhum empreendedor, líder ou colaborador esteja este inserido em qualquer parte do processo chegará muito longe se não desenvolver intensamente a capacidade de dar e receber feedback.

Todas as etapas de qualquer processo são importantes, mas no final o grande diferencial são as pessoas. Por isso, precisamos a lidar proativamente com o assunto.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Carreira


Criticar sem pensar traz resultados desastrosos
Medir as palavras no momento de censurar um colega de trabalho evita prejuízos na produtividade

Receber uma critica é quase sempre constrangedor – venha ela do chefe ou de um colega de trabalho. Uma censura ou advertência em tom agressivo pode ainda prejudicar a auto-estima de pessoas mais sensíveis ou abalar a produtividade da equipe. É importante manter o bom senso e o equilíbrio na hora de criticar e de ser criticado, independentemente do cargo ocupado.
Analise se o assunto é digno de critica e fique longe de situações insignificantes mantendo a mente e os olhos no objetivo a ser alcançado.

domingo, 7 de setembro de 2008

Faça o que eu digo...




...mas não faça o que eu faço. O provérbio se encaixa perfeitamente em algumas empresas, que criam uma declaração de valores, mas não tem fibra para torná-los parte de sua realidade. Por Patrick M. Lencioni

Veja esta pequena lista de valores corporativos: comunicação, respeito, integridade, excelência. Fantásticos, não é verdade? Fortes, concisos, significativos. Talvez sejam parecidos com os de sua empresa. Se forem tenha cautela e fique atento.
Muitas declarações de valores são amenas, ineficazes ou simplesmente desonestas. E, ao contrario do que alegam alguns executivos, não são inofensivas. Podem ser altamente destrutivas: declarações de valores vazias geram funcionários desestimulados e cínicos e clientes alienados e minam a credibilidade dos dirigentes da empresa.
Quer uma prova? Veja o que aconteceu em uma reunião do alto comando de uma empresa. O presidente começou anunciando orgulhosamente o importante papel que o novo conjunto de valores corporativos-trabalho em equipe, qualidade e inovação-desempenharia na organização. Exibiu aos participantes um vídeo muito bem produzido, com imagens de atletas de renome, musica em crescendo e tomadas de funcionários acenando para a câmera. O vídeo exalava insinceridade. Quando o presidente perguntou animadamente aos participantes se queriam assistir mais uma vez, a resposta foi um sonoro “Não!”. A credibilidade foi por água abaixo.

sábado, 23 de agosto de 2008

Crise muda perfil de lista das maiores empresas mundiais.


Folha SP
10/07/2008
REF: Contexto Sócio-Economico - Ranking
O Wal-Mart liderou pelo segundo consecutivo o ranking da revista "Fortune" das 500 maiores empresas mundiais, mas a grande novidade da lista deste ano foi a perda de espaço das instituições financeiras e das montadoras americanas -reflexo da crise nos mercados e na economia dos EUA.
O maior sinal dessa crise está na General Motors, a maior montadora mundial, que caiu da 5ª posição para a 9ª posição, com o seu faturamento retrocedendo US$ 25 bilhões. A empresa vem enfrentando dificuldades especialmente nos Estados Unidos, com os consumidores optando por carros mais econômicos, devido à alta nos preços do petróleo. A GM nos últimos anos vinha apostando em veículos maiores e que consumiam mais combustível.
A Ford, a rival histórica da GM e que perdeu para a Toyota o posto de segunda maior vendedora de veículos nos EUA, retrocedeu uma posição e agora está na 13ª colocação no ranking da "Fortune", que leva em conta a receita das empresas.
Já a Toyota, que não só ganhou o espaço da Ford nos EUA como disputa acirradamente com a GM sobre quem vende mais veículos nos mundo, avançou da 6ª para a 5ª posição.
A GM foi a companhia que teve o maior prejuízo no ano passado, de US$ 38,7 bilhões, e a Ford foi a décima que mais perdeu, US$ 2,7 bilhões. Com um lucro de US$ 15 bilhões, a Toyota foi a 12ª empresa que mais ganhou em 2007.
Apesar de uma instituição financeira aparecer entre as dez primeiras, a holandesa ING (foi a 13ª em 2007), o que não ocorreu no ano passado, a perda de espaço de alguns bancos que são símbolos de Wall Street chama a atenção. O Citigroup, que era a 14ª maior companhia, caiu três posições. O Bank of America agora é a 28º maior -era a 21ª. O Merrill Lynch caiu do 70º para o 100º lugar.
Como ocorreu no ano passado, o Wal-Mart é acompanhado no topo da tabela pelas grandes empresas petrolíferas mundiais, beneficiadas com o aumento nos preços do combustível. ExxonMobil, Shell e BP permanecem ocupando do 2º ao 4º lugares. A Exxon e a Shell são as duas que mais lucraram no mundo no ano passado. A GE, que foi a 12ª em receita, teve o terceiro maior lucro.

domingo, 3 de agosto de 2008

DESAFIOS DE UM LÍDER


Criar a partir das diferenças

A criação a partir das diferenças exige uma permanente atenção sobre potenciais individuais, pontos de vista, lacunas de estilos e habilidades, diversidade de formação e vivência. Deve-se procurar determinar como aproveitar a sinergia a partir de habilidades, conhecimentos e pontos fortes individuais que se complementem. Esta complementação envolve a mútua valorização das diferenças e aprendizagem conjunta, incluindo indivíduos que não fazem parte da equipe e podem contribuir com seus diferentes pontos de vista.
Podemos encorajar as pessoas de diversas maneiras, como:
Chamando os liderados pelo nome.
Sendo mais acessível a eles.
Mostrando a eles que nós também somos humanos e temos limitações.
Reconhecendo o esforço despendido para a realização de uma tarefa.
Oferecendo espaço para manifestações e contribuições dos liderados.
Sendo justo e não fazer acepção de pessoas.
Encorajando direto com palavras positivas de ânimo.
Sendo grato a quem participa das conquistas.
Uma vez que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer e parabenizar são as melhor maneiras de deixar todos motivados.

Estilo de Liderança


LÍDER FACILITADOR

Os colaboradores em geral se esforçam bastante para expressar suas idéias de todas as formas que conseguem, tendo sempre em suas mentes um propósito comum, um mesmo resultado que pretende atingir, um mesmo produto final esperado. (senso de propósito). Esta situação é essencial no conceito de grupo, onde todos se sentem parte importante do processo contribuindo individualmente e coletivamente para o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.
Esta característica tem relação comum com a prática de liderança que apresentou maior resultado (facilitador de ações) O Líder Facilitador tem uma atitude que favorece o trabalho, decisão em equipe, ouve todas as idéias e gera aprendizagem em equipe pela descoberta. Estas atitudes melhoram o conhecimento para definir melhor a visão e minimizar os riscos.

domingo, 27 de julho de 2008

O REI DO HAMBÚRGUER(nunca é tarde para uma inovação)


Ray Kroc
Ao vender conveniência, Ray Kroc e o McDonald’s transformaram a indústria da alimentação
Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim.
Era só a receita, mas Ray Kroc transformou-a primeiro em conveniência e, depois, em negócio. Ao ver lotada uma barraca de lanches em San Bernardino, na Califórnia, o ex-vendedor de maquinas de Milk shake teve a idéia de operar um negócio no qual os hambúrgueres fossem sempre iguais, as batatas fossem fritas na mesma temperatura, a qualidade e o atendimento fossem os mesmos, não importava o lugar. No dia seguinte, procurou os irmãos Richard e Maurice McDonald’s com uma proposta: ”Por que vocês não abrem uma serie de unidades como esta?” Assim nascia uma das marcas mais irresistíveis de todos os tempos.
Aos 52 anos, Kroc percebeu que as pessoas já não tinham tanto tempo para fazer suas refeições. Elas simplesmente queriam uma comida rápida e honesta. Queriam comprar conveniência. Em 1963, a rede McDonald’s atingiu a marca de mais de 1 bilhão de hambúrgueres vendidos e 500 lojas abertas. Hoje, Kroc representa para o mercado mundial de alimentação o que Henry Ford simboliza para a indústria automobilística.

sábado, 26 de julho de 2008

Agregar valor


Você se senta num bar, pede uma coca-cola, o garçom abre a garrafa, coloca um copo ao lado e continua apressado atendendo outros clientes. Então você vai a um outro bar, pede a mesma coisa, o garçom limpa o local, traz uma garrafa de coca-cola, juntamente um copo com gelo, uns pedacinhos de limão separado e ainda lhe pergunta:

O cavalheiro deseja mais alguma coisa ?
Qual garçom agregou valores?
Onde você vai tomar coca-cola novamente?

Agregar valor a tudo aquilo que você faz, talvez seja o grande segredo do sucesso. Quando conseguimos acrescentar valor, sistematicamente, aquilo que fazemos, estamos dando as pessoas que necessitam do nosso produto, ou serviço ou ainda de uma idéia, uma melhor oportunidade para que elas cresçam, ou que elas melhorem sua qualidade de vida.

Pessoas que são bem sucedidas, vencedoras, com certeza agregaram valor às coisas que fizeram. É preciso descobrir o que esta oculto para os outros, mas que pode ficar muito claro para você , quando você organiza e acrescenta algum valor as pessoas percebem a diferença. Pense em alguém que você conhece e que , segundo você, é uma pessoa de sucesso. Observe ou compare-a com uma outra pessoa da mesma área, porém que não se deu tão bem.

O vitorioso, muito provavelmente, acrescentava algum valor, de forma sistemática àquilo que fazia, isso foi o que fez a diferença. Pergunte a você mesmo : Como posso agregar mais valor a qualquer ambiente em que me encontre? Em minha casa, em minha família, em meu trabalho com meus colegas, com meus clientes, com meus superiores, na igreja, na escola e na comunidade.