quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O QUE ATRAI OS CLIENTES DE LUXO



Isto É Dinheiro
25/01/2009
REF: Mercado Luxo - Pesquisa de Marketing - Marketing de Serviços


Pesquisa feita pelo Instituto Ipsos e pela consultoria Luxury Marketing Council mapeia as preferências do consumidor brasileiro por PRISCILLA PORTUGAL

JÁ SE PODE DIZER QUE O mercado do luxo caminha a passos largos no Brasil, mas ainda sabe-se muito pouco das preferências do consumidor desse segmento. Sabia-se. Na próxima quinta-feira 29, o Instituto Ipsos e a Luxury Marketing Council (LMC), consultoria americana de marketing e tendências com presença no Brasil, apresentarão a pesquisa Perfil do Consumidor de Luxo no Brasil. "Em 2007, nos reunimos com alguns associados e perguntamos o que eles conheciam sobre o consumidor de luxo brasileiro. Diante do silêncio, tivemos a ideia da pesquisa", lembra Vera Lopes, diretora do LMC. Ela foi aplicada em duas etapas e DINHEIRO teve acesso aos dados com exclusividade. Na primeira fase, 800 pessoas de 18 a 70 anos, selecionadas pela LMC, responderam a perguntas na internet. Dali saíram os resultados quantitativos, como o que mostra que 77% dos entrevistados enxergam o luxo como uma recompensa pessoal, 88% compram produtos premium por sua qualidade superior e 74% porque querem uma experiência inesquecível.
A segunda etapa, denominada qualitativa, foi mais profunda. "Fizemos reuniões com os consumidores, falamos com estudiosos e analisamos livros, sites e revistas especializadas", conta Karin Cavalcanti, diretora de contas do Instituto Ipsos. A pesquisa mostrou que o luxo está se distanciando da ostentação. "Ele ficou mais íntimo. As pessoas querem algo que proporcione prazer mesmo que ninguém veja", conclui. Mais: "Esse consumidor busca uma história, uma tradição. Ele quer saber se quem desenvolveu o produto é especializado naquilo e quanto tempo demorou a ficar pronto", diz Vera Lopes, da LMC. Mas, afinal, para que servem esses dados? "O estudo é importante, pois é fundamental conhecer os hábitos do consumidor, os lugares que ele frequenta. Enfim, entrar no mundo dele para conquistá- lo", conclui Bianca Enoliel, gerente de produtos de luxo da Diageo, companhia proprietária de marcas como Johnnie Walker e Ciroc.

Empresas Comunicação - Mercado competitivo



RECORD BATE GLOBO E COMPRA PAN DE 2015
Veja
18/01/2009
REF: Empresas Comunicação - Mercado Competitivo
Na quinta-feira passada, ocorreu mais um embate feroz entre a Globo e a Record na Cidade do México. A vencedora foi a emissora do bispo Edir Macedo. Por cerca de 20 milhões de dólares, a Record comprou os direitos de transmissão para o Brasil e para o mundo dos Jogos Pan-Americanos de 2015, cuja cidade-sede ainda não foi definida. Adquiriu os direitos não só para a televisão, mas para todas as mídias. É a quarta vez consecutiva que a Record bate a Globo numa disputa olímpica: venceu também a briga para transmitir os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, o Pan de 2011 e a Olimpíada de Londres, em 2012.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Marketing esportivo


Marketing esportivo
O Marketing Esportivo refere-se à aplicação específica dos princípios e processos do marketing a produtos de sport (times, ligas, eventos, etc.) e aos produtos não esportivos mas que tem associação com o esporte (cigarros, bebidas, serviços de telefone de longa distância, etc.).
É uma nova área de marketing que atua dentro da indústria do esporte, movimentando bilhões em todo o mundo.
Nos Estados Unidos, o esporte é um ramo de negócios que fatura cerca de US$ 152 bilhões de dólares e é o 11º no ranking dos maiores empreendimentos econômicos norte-americanos segundo Meek (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005). O crescimento significativo obtido pelo segmento esportivo pode ser notado ao se comparar estes números com os de 1987. Neste ano, o esporte estava classificado como o 23º negócio do País, com US$ 50,2 bilhões em atividade econômica, de acordo com Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005).
O esporte é um substantivo que inclui todas as atividades que se enquadram num critério de participação ativa. É diferente do termo “atividade esportiva”, que implica um conjunto de atividades físicas. Assim, o segmento esportivo abrange uma vasta gama de empreendimentos comerciais relacionados a atividades esportivas específicas. Pitts, Fielding e Miller (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) dividiram o segmento esportivo em três: O segmento de Performance Esportiva, Produção Esportiva e Promoção Esportiva. O primeiro inclui todos os elementos relacionados a assistir a eventos esportivos ou deles participar (atividades esportivas profissionais ou amadoras), educação esportiva, organizações associativas esportivas e programas esportivos não lucrativos (por exemplo, esportes municipais).
O segmento de Produção Esportiva inclui aqueles produtos necessários para a realização de performance esportiva. Alguns dos elementos que compõem esse segmento são equipamentos e trajes esportivos, bem como serviços que otimizam a performance (treinadores, médicos, terapia esportiva, administração esportiva). O último segmento contém produtos e serviços relacionados à promoção do esporte. A mídia esportiva, o merchandising, os patrocínios e o suporte financeiro a atletas, todos são exemplos de atividades econômicas vinculadas à categoria de Promoção Esportiva.
Para definir o marketing esportivo, cita-se a definição de Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) como o processo de projetar e implementar atividades para a produção, fixação de preços, promoção e distribuição de um produto esportivo, a fim de satisfazer às necessidades ou aos desejos dos consumidores e de alcançar os objetivos da empresa. Sendo assim, o foco do marketing esportivo recai tanto na empresa como nos consumidores. Stotlar e Dualib (2005) afirmam que se deve dar prioridade a satisfazer às necessidades do consumidor. Em última análise, isso deve ser incluído como um objetivo da empresa.

domingo, 9 de novembro de 2008

Feedback




Por Clayton Marcos

A palavra feedback não tem tradução direta para o português, o que não faz do termo algo complexo, porém para usá-lo com eficiência é necessário uma boa compreensão sobre o assunto.
Toda vez que você pratica uma ação e recebe algum tipo de retorno está recebendo um feedback . O termo representa tudo aquilo que retorna a partir de uma ação, seja de forma positiva ou negativa, o feedback pode tanto agregar valor como também ser algo que não acrescente nada, isto irá depender da capacidade de compreensão sobre o termo.
A partir do momento que as pessoas começam a compreender o assunto podemos trabalhar feedback como a capacidade de dar e receber opiniões, o individuo analisando uma situação saberá expor criticas e sugestões.
Na maioria das vezes criticamos com maior facilidade, porém feedback é mais do que isto, se realmente desejamos algo é preciso fazê-lo corretamente. Também é preciso saber que na maioria das vezes mais importante do que dar é preciso saber receber feedback. Recebemos feedback de nossas ações a todo momento em nossas vidas, porém nem todos tem capacidade de compreender e utilizar de forma positiva.
Nenhum empreendedor, líder ou colaborador esteja este inserido em qualquer parte do processo chegará muito longe se não desenvolver intensamente a capacidade de dar e receber feedback.

Todas as etapas de qualquer processo são importantes, mas no final o grande diferencial são as pessoas. Por isso, precisamos a lidar proativamente com o assunto.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Carreira


Criticar sem pensar traz resultados desastrosos
Medir as palavras no momento de censurar um colega de trabalho evita prejuízos na produtividade

Receber uma critica é quase sempre constrangedor – venha ela do chefe ou de um colega de trabalho. Uma censura ou advertência em tom agressivo pode ainda prejudicar a auto-estima de pessoas mais sensíveis ou abalar a produtividade da equipe. É importante manter o bom senso e o equilíbrio na hora de criticar e de ser criticado, independentemente do cargo ocupado.
Analise se o assunto é digno de critica e fique longe de situações insignificantes mantendo a mente e os olhos no objetivo a ser alcançado.

domingo, 7 de setembro de 2008

Faça o que eu digo...




...mas não faça o que eu faço. O provérbio se encaixa perfeitamente em algumas empresas, que criam uma declaração de valores, mas não tem fibra para torná-los parte de sua realidade. Por Patrick M. Lencioni

Veja esta pequena lista de valores corporativos: comunicação, respeito, integridade, excelência. Fantásticos, não é verdade? Fortes, concisos, significativos. Talvez sejam parecidos com os de sua empresa. Se forem tenha cautela e fique atento.
Muitas declarações de valores são amenas, ineficazes ou simplesmente desonestas. E, ao contrario do que alegam alguns executivos, não são inofensivas. Podem ser altamente destrutivas: declarações de valores vazias geram funcionários desestimulados e cínicos e clientes alienados e minam a credibilidade dos dirigentes da empresa.
Quer uma prova? Veja o que aconteceu em uma reunião do alto comando de uma empresa. O presidente começou anunciando orgulhosamente o importante papel que o novo conjunto de valores corporativos-trabalho em equipe, qualidade e inovação-desempenharia na organização. Exibiu aos participantes um vídeo muito bem produzido, com imagens de atletas de renome, musica em crescendo e tomadas de funcionários acenando para a câmera. O vídeo exalava insinceridade. Quando o presidente perguntou animadamente aos participantes se queriam assistir mais uma vez, a resposta foi um sonoro “Não!”. A credibilidade foi por água abaixo.

sábado, 23 de agosto de 2008

Crise muda perfil de lista das maiores empresas mundiais.


Folha SP
10/07/2008
REF: Contexto Sócio-Economico - Ranking
O Wal-Mart liderou pelo segundo consecutivo o ranking da revista "Fortune" das 500 maiores empresas mundiais, mas a grande novidade da lista deste ano foi a perda de espaço das instituições financeiras e das montadoras americanas -reflexo da crise nos mercados e na economia dos EUA.
O maior sinal dessa crise está na General Motors, a maior montadora mundial, que caiu da 5ª posição para a 9ª posição, com o seu faturamento retrocedendo US$ 25 bilhões. A empresa vem enfrentando dificuldades especialmente nos Estados Unidos, com os consumidores optando por carros mais econômicos, devido à alta nos preços do petróleo. A GM nos últimos anos vinha apostando em veículos maiores e que consumiam mais combustível.
A Ford, a rival histórica da GM e que perdeu para a Toyota o posto de segunda maior vendedora de veículos nos EUA, retrocedeu uma posição e agora está na 13ª colocação no ranking da "Fortune", que leva em conta a receita das empresas.
Já a Toyota, que não só ganhou o espaço da Ford nos EUA como disputa acirradamente com a GM sobre quem vende mais veículos nos mundo, avançou da 6ª para a 5ª posição.
A GM foi a companhia que teve o maior prejuízo no ano passado, de US$ 38,7 bilhões, e a Ford foi a décima que mais perdeu, US$ 2,7 bilhões. Com um lucro de US$ 15 bilhões, a Toyota foi a 12ª empresa que mais ganhou em 2007.
Apesar de uma instituição financeira aparecer entre as dez primeiras, a holandesa ING (foi a 13ª em 2007), o que não ocorreu no ano passado, a perda de espaço de alguns bancos que são símbolos de Wall Street chama a atenção. O Citigroup, que era a 14ª maior companhia, caiu três posições. O Bank of America agora é a 28º maior -era a 21ª. O Merrill Lynch caiu do 70º para o 100º lugar.
Como ocorreu no ano passado, o Wal-Mart é acompanhado no topo da tabela pelas grandes empresas petrolíferas mundiais, beneficiadas com o aumento nos preços do combustível. ExxonMobil, Shell e BP permanecem ocupando do 2º ao 4º lugares. A Exxon e a Shell são as duas que mais lucraram no mundo no ano passado. A GE, que foi a 12ª em receita, teve o terceiro maior lucro.