domingo, 18 de janeiro de 2009

Marketing esportivo


Marketing esportivo
O Marketing Esportivo refere-se à aplicação específica dos princípios e processos do marketing a produtos de sport (times, ligas, eventos, etc.) e aos produtos não esportivos mas que tem associação com o esporte (cigarros, bebidas, serviços de telefone de longa distância, etc.).
É uma nova área de marketing que atua dentro da indústria do esporte, movimentando bilhões em todo o mundo.
Nos Estados Unidos, o esporte é um ramo de negócios que fatura cerca de US$ 152 bilhões de dólares e é o 11º no ranking dos maiores empreendimentos econômicos norte-americanos segundo Meek (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005). O crescimento significativo obtido pelo segmento esportivo pode ser notado ao se comparar estes números com os de 1987. Neste ano, o esporte estava classificado como o 23º negócio do País, com US$ 50,2 bilhões em atividade econômica, de acordo com Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005).
O esporte é um substantivo que inclui todas as atividades que se enquadram num critério de participação ativa. É diferente do termo “atividade esportiva”, que implica um conjunto de atividades físicas. Assim, o segmento esportivo abrange uma vasta gama de empreendimentos comerciais relacionados a atividades esportivas específicas. Pitts, Fielding e Miller (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) dividiram o segmento esportivo em três: O segmento de Performance Esportiva, Produção Esportiva e Promoção Esportiva. O primeiro inclui todos os elementos relacionados a assistir a eventos esportivos ou deles participar (atividades esportivas profissionais ou amadoras), educação esportiva, organizações associativas esportivas e programas esportivos não lucrativos (por exemplo, esportes municipais).
O segmento de Produção Esportiva inclui aqueles produtos necessários para a realização de performance esportiva. Alguns dos elementos que compõem esse segmento são equipamentos e trajes esportivos, bem como serviços que otimizam a performance (treinadores, médicos, terapia esportiva, administração esportiva). O último segmento contém produtos e serviços relacionados à promoção do esporte. A mídia esportiva, o merchandising, os patrocínios e o suporte financeiro a atletas, todos são exemplos de atividades econômicas vinculadas à categoria de Promoção Esportiva.
Para definir o marketing esportivo, cita-se a definição de Pitts e Stotlar (Apud STOTLAR e DUALIB, 2005) como o processo de projetar e implementar atividades para a produção, fixação de preços, promoção e distribuição de um produto esportivo, a fim de satisfazer às necessidades ou aos desejos dos consumidores e de alcançar os objetivos da empresa. Sendo assim, o foco do marketing esportivo recai tanto na empresa como nos consumidores. Stotlar e Dualib (2005) afirmam que se deve dar prioridade a satisfazer às necessidades do consumidor. Em última análise, isso deve ser incluído como um objetivo da empresa.

domingo, 9 de novembro de 2008

Feedback




Por Clayton Marcos

A palavra feedback não tem tradução direta para o português, o que não faz do termo algo complexo, porém para usá-lo com eficiência é necessário uma boa compreensão sobre o assunto.
Toda vez que você pratica uma ação e recebe algum tipo de retorno está recebendo um feedback . O termo representa tudo aquilo que retorna a partir de uma ação, seja de forma positiva ou negativa, o feedback pode tanto agregar valor como também ser algo que não acrescente nada, isto irá depender da capacidade de compreensão sobre o termo.
A partir do momento que as pessoas começam a compreender o assunto podemos trabalhar feedback como a capacidade de dar e receber opiniões, o individuo analisando uma situação saberá expor criticas e sugestões.
Na maioria das vezes criticamos com maior facilidade, porém feedback é mais do que isto, se realmente desejamos algo é preciso fazê-lo corretamente. Também é preciso saber que na maioria das vezes mais importante do que dar é preciso saber receber feedback. Recebemos feedback de nossas ações a todo momento em nossas vidas, porém nem todos tem capacidade de compreender e utilizar de forma positiva.
Nenhum empreendedor, líder ou colaborador esteja este inserido em qualquer parte do processo chegará muito longe se não desenvolver intensamente a capacidade de dar e receber feedback.

Todas as etapas de qualquer processo são importantes, mas no final o grande diferencial são as pessoas. Por isso, precisamos a lidar proativamente com o assunto.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Carreira


Criticar sem pensar traz resultados desastrosos
Medir as palavras no momento de censurar um colega de trabalho evita prejuízos na produtividade

Receber uma critica é quase sempre constrangedor – venha ela do chefe ou de um colega de trabalho. Uma censura ou advertência em tom agressivo pode ainda prejudicar a auto-estima de pessoas mais sensíveis ou abalar a produtividade da equipe. É importante manter o bom senso e o equilíbrio na hora de criticar e de ser criticado, independentemente do cargo ocupado.
Analise se o assunto é digno de critica e fique longe de situações insignificantes mantendo a mente e os olhos no objetivo a ser alcançado.

domingo, 7 de setembro de 2008

Faça o que eu digo...




...mas não faça o que eu faço. O provérbio se encaixa perfeitamente em algumas empresas, que criam uma declaração de valores, mas não tem fibra para torná-los parte de sua realidade. Por Patrick M. Lencioni

Veja esta pequena lista de valores corporativos: comunicação, respeito, integridade, excelência. Fantásticos, não é verdade? Fortes, concisos, significativos. Talvez sejam parecidos com os de sua empresa. Se forem tenha cautela e fique atento.
Muitas declarações de valores são amenas, ineficazes ou simplesmente desonestas. E, ao contrario do que alegam alguns executivos, não são inofensivas. Podem ser altamente destrutivas: declarações de valores vazias geram funcionários desestimulados e cínicos e clientes alienados e minam a credibilidade dos dirigentes da empresa.
Quer uma prova? Veja o que aconteceu em uma reunião do alto comando de uma empresa. O presidente começou anunciando orgulhosamente o importante papel que o novo conjunto de valores corporativos-trabalho em equipe, qualidade e inovação-desempenharia na organização. Exibiu aos participantes um vídeo muito bem produzido, com imagens de atletas de renome, musica em crescendo e tomadas de funcionários acenando para a câmera. O vídeo exalava insinceridade. Quando o presidente perguntou animadamente aos participantes se queriam assistir mais uma vez, a resposta foi um sonoro “Não!”. A credibilidade foi por água abaixo.

sábado, 23 de agosto de 2008

Crise muda perfil de lista das maiores empresas mundiais.


Folha SP
10/07/2008
REF: Contexto Sócio-Economico - Ranking
O Wal-Mart liderou pelo segundo consecutivo o ranking da revista "Fortune" das 500 maiores empresas mundiais, mas a grande novidade da lista deste ano foi a perda de espaço das instituições financeiras e das montadoras americanas -reflexo da crise nos mercados e na economia dos EUA.
O maior sinal dessa crise está na General Motors, a maior montadora mundial, que caiu da 5ª posição para a 9ª posição, com o seu faturamento retrocedendo US$ 25 bilhões. A empresa vem enfrentando dificuldades especialmente nos Estados Unidos, com os consumidores optando por carros mais econômicos, devido à alta nos preços do petróleo. A GM nos últimos anos vinha apostando em veículos maiores e que consumiam mais combustível.
A Ford, a rival histórica da GM e que perdeu para a Toyota o posto de segunda maior vendedora de veículos nos EUA, retrocedeu uma posição e agora está na 13ª colocação no ranking da "Fortune", que leva em conta a receita das empresas.
Já a Toyota, que não só ganhou o espaço da Ford nos EUA como disputa acirradamente com a GM sobre quem vende mais veículos nos mundo, avançou da 6ª para a 5ª posição.
A GM foi a companhia que teve o maior prejuízo no ano passado, de US$ 38,7 bilhões, e a Ford foi a décima que mais perdeu, US$ 2,7 bilhões. Com um lucro de US$ 15 bilhões, a Toyota foi a 12ª empresa que mais ganhou em 2007.
Apesar de uma instituição financeira aparecer entre as dez primeiras, a holandesa ING (foi a 13ª em 2007), o que não ocorreu no ano passado, a perda de espaço de alguns bancos que são símbolos de Wall Street chama a atenção. O Citigroup, que era a 14ª maior companhia, caiu três posições. O Bank of America agora é a 28º maior -era a 21ª. O Merrill Lynch caiu do 70º para o 100º lugar.
Como ocorreu no ano passado, o Wal-Mart é acompanhado no topo da tabela pelas grandes empresas petrolíferas mundiais, beneficiadas com o aumento nos preços do combustível. ExxonMobil, Shell e BP permanecem ocupando do 2º ao 4º lugares. A Exxon e a Shell são as duas que mais lucraram no mundo no ano passado. A GE, que foi a 12ª em receita, teve o terceiro maior lucro.

domingo, 3 de agosto de 2008

DESAFIOS DE UM LÍDER


Criar a partir das diferenças

A criação a partir das diferenças exige uma permanente atenção sobre potenciais individuais, pontos de vista, lacunas de estilos e habilidades, diversidade de formação e vivência. Deve-se procurar determinar como aproveitar a sinergia a partir de habilidades, conhecimentos e pontos fortes individuais que se complementem. Esta complementação envolve a mútua valorização das diferenças e aprendizagem conjunta, incluindo indivíduos que não fazem parte da equipe e podem contribuir com seus diferentes pontos de vista.
Podemos encorajar as pessoas de diversas maneiras, como:
Chamando os liderados pelo nome.
Sendo mais acessível a eles.
Mostrando a eles que nós também somos humanos e temos limitações.
Reconhecendo o esforço despendido para a realização de uma tarefa.
Oferecendo espaço para manifestações e contribuições dos liderados.
Sendo justo e não fazer acepção de pessoas.
Encorajando direto com palavras positivas de ânimo.
Sendo grato a quem participa das conquistas.
Uma vez que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer e parabenizar são as melhor maneiras de deixar todos motivados.

Estilo de Liderança


LÍDER FACILITADOR

Os colaboradores em geral se esforçam bastante para expressar suas idéias de todas as formas que conseguem, tendo sempre em suas mentes um propósito comum, um mesmo resultado que pretende atingir, um mesmo produto final esperado. (senso de propósito). Esta situação é essencial no conceito de grupo, onde todos se sentem parte importante do processo contribuindo individualmente e coletivamente para o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.
Esta característica tem relação comum com a prática de liderança que apresentou maior resultado (facilitador de ações) O Líder Facilitador tem uma atitude que favorece o trabalho, decisão em equipe, ouve todas as idéias e gera aprendizagem em equipe pela descoberta. Estas atitudes melhoram o conhecimento para definir melhor a visão e minimizar os riscos.